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Alimentação e a Síndrome do Ovário Policístico

A síndrome do ovário policístico ocorre quando os ovários se enchem de cistos muito pequenos. Alguns desses cistos contêm óvulos, muitos são inativos e outros podem secretar hormônios. A ausência de menstruação por mais de três ciclos, aparecimento de pêlos em lugares que normalmente só os homens apresentam, acene são alguns dos sintomas que podem indicar a presença da síndrome.

Aproximadamente uma em cada cinco mulheres em idade reprodutiva apresenta cistos nos ovários. Muitos destes cistos não causam problemas, mas é importante que a mulher faça uma avaliação médica para analisar a necessidade de tratamento.

A síndrome pode atingir mulheres de todas as idades e muitas não apresentam os sintomas. Assim, a visita freqüente ao médico faz toda a diferença.

Os problemas cotidianos da síndrome só são sensíveis ao tratamento médico. Um acompanhamento ginecológico e algumas alterações no modo de vida podem melhorar os sintomas.


A manutenção do endométrio normal, a correção da falta de menstruação, a paralisação dos efeitos dos hormônios androgênios e a diminuição da insulina são os objetivos do tratamento. Alguns medicamentos como anticoncepcionais de doses baixas podem ser usados, mas com indicação do médico. A avaliação médica é sempre o primeiro passo.

Manter uma alimentação adequada é sempre importante. Em mulheres portadoras da síndrome do ovário policístico a dieta tem papel fundamental, principalmente no controle da resistência insulínica que pode acontecer. A associação do trabalho nutricional à conduta médica, pode significar mais qualidade de vida.

Confira agora algumas dicas:

Manter sempre o peso saudável, pois as mulheres obesas com ovário policístico apresentam maior risco de doenças cardíacas;
O uso controlado de bebidas alcoólicas deve ser mínimo e eventual;
Consumir óleos como o de linhaça, azeite, óleo de canola. Mas sem exagero!!!
Preferir carne magra de aves (peito de frango) ou bovina (coxão duro ou patinho);
Aumentar o consumo de alimentos ricos em fibras, como cereais integrais (pão, macarrão, arroz, biscoito), frutas e verduras;
Diminuir o consumo de refrigerantes, doces e açúcar em geral. Optar pelo sabor natural dos alimentos;
Aumentar o consumo de salada crua;
Evitar frituras e alimentos com gordura trans (biscoito tipo recheado, sorvetes);
Evite o uso de banha, toucinho, gordura vegetal hidrogenada;
Procure fazer as refeições em horários regulares (5 a 6 refeições por dia), comendo menos de cada vez,devagar e mastigando bem os alimentos. Não ficar longos períodos sem se alimentar, comer de 3 em 3 horas;
Evite o uso de leite integral e queijos amarelos. Prefira o leite desnatado e queijos brancos;
Aumentar o consumo de água e
Evite alimentos que elevam a glicose rapidamente (balas, chicletes, doces, pirulitos, melancia, abacaxi).


Associe a prática regular de atividade física a estas dicas, durma bem e não fume. Em caso de duvida consulte um nutricionista para balancear a sua alimentação.

A Nutrício possui programas nutricionais específicos para a síndrome do ovário policístico. Trabalhamos também com o planejamento de refeições e criação de cardápios familiares (serviço de Personal Health disponível para todo o Brasil).

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Texto:
Luciana Rocha - Nutricionista
 
Melissa Pacheco - Nutricionista
 
Mariana Braga Neves - Nutricionista coordenadora da Nutrício Assessoria e Consultoria Nutricional

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